O comparativo de SUV’s mais completo de todos

Há cerca de 10 ou 15 anos atrás apenas 1 em cada 15 veículos novos vendidos era da categoria SUV. Hoje, entretanto, 1 a cada 4 modelos estão nessa categoria. Isso mesmo tendo em conta seu valor mais elevado em relação aos hatchs ou sedãs. Sendo assim, muitos consumidores precisam de um comparativo justo e imparcial para avaliarem qual modelo está mais adequado ao seu perfil, e qual deles lhe cai melhor no gosto. Por isso decidimos montar esse comparativo que traz os 10 SUV’s mais vendidos no mercado brasileiro – numa faixa de preço entre 75 mil e 115 mil reais – para facilitar a sua escolha.

Carros
4 meses atrás
O comparativo de SUV’s mais completo de todos

Aspectos que serão levados em consideração nesse comparativo

• Modernidade: no quesito modernidade os principais aspectos considerados são a data de lançamento, a idade e tecnologia da plataforma utilizada e – se houver – a última atualização/mudanças do modelo;
• Desempenho: aqui os critérios são agilidade nas respostas à aceleração e retomadas rápidas;
• Equipamentos: a disponibilidade para equipamentos de tecnologia em cada modelo e o quanto elas são avançadas em relação ao que o mercado oferece;
• Segurança: aqui o principal requisito será a avaliação da LATIN NCAP, e informações que possam ser relevantes;
• Espaço: as medidas gerais do veículo, mas especialmente o entre-eixos e a capacidade do porta-malas;
• Consumo: levando em conta as motorizações disponíveis e exclusivamente dados do Inmetro para identificar os que têm menor consumo;
• Capacidade off-road: levando em consideração a tração 4×4 – quando houver – marcha reduzida e outros equipamentos ou itens que possam favorecer no terreno off-road;
• Preço: o que se pretende avaliar aqui é o custo/benefício como um todo, portanto não apenas o preço de aquisição, mas também de manutenção (revisões, reposição de peças, seguro, entre outros), e dos principais itens de tecnologia oferecidos para justificar o valor. Os valores apresentados serão sempre da versão de entrada e daquela mais completa.

Os modelos que entram na lista do nosso comparativo

Como se mencionou acima, hoje no Brasil 1/4 dos veículos novos comercializados são da categoria dos SUV’s, e a grande maioria deles está na faixa de preço entre 75 mil e 115 mil reais. Levando isso em consideração, decidimos compor esse comparativo apenas com modelos que se enquadrem nessa faixa de preço.

A lista fico, portanto, composta por: Chevrolet Tracker, Citroën C4 Cactus, Honda HR-V, Ford Ecosport, Hyundai Creta, Nissan Kicks, Jeep Renegade, Renault Captur, Renault Duster e o mais recente lançamento da categoria VW T-Cross.

A ordem abaixo não segue nenhuma sequência lógica, justamente para não influenciar o leitor para um ou outro modelo. Cada um precisa identificar as características que melhor atendam suas necessidades.

Chevrolet Tracker

O Chevrolet Tracker teve sua visual renovado há pouco mais de dois anos, quando recebeu o moderno motor 1.4 turbo, que agregou muito valor ao modelo. Entretanto, “esqueceu” e incluir nessa renovação itens como ar-condicionado digital e air-bags adicionais àqueles obrigatórios.

Ponto negativo para o modelo nesse momento é que seu projeto é antigo e uma nova versão já foi anunciada e confirmada para o Brasil em breve, pelo que muitos preferirão esperar pela novidade.

• Modernidade: um pouco defasado em relação à concorrência, exceto pelo excelente motor;
• Desempenho: ótimo desempenho com o motor Ecotec 1.4 turbo de 153 cv e 24,5 kgf.m de torque a 2.000 rpm, além do câmbio automático de 6 velocidades;
• Equipamentos: tem um bom painel de instrumentos e central multimídia, mas falta o ar-condicionado digital e uma boa atualização como um todo, o que provavelmente acontecerá na próxima geração;
• Segurança: não encontramos avaliação feita pela LATIN NCAP para o modelo, mas na Euro NCAP o modelo recebeu 5 estrelas em 2013;
• Espaço: o porta-malas é o menor de todos na categoria, contando com apenas 306 litros de capacidade. Suas dimensões são (m): comprimento 4,26; largura 1,78; altura 1,68; entre-eixos 2,56;
• Consumo: o consumo médio apresentado pelo Inmetro não é o melhor da lista, sendo 7,3 km/l na cidade e 8,2 km/l na estrada (etanol), e 10,6 km/l urbanos e 11,7 km/ rodoviários (gasolina);
• Capacidade off-road: sua aptidão off-road não é dos itens de maior relevância, nem é o seu propósito ou propaganda, bem como boa parte dos modelos dessa lista;
• Preço: o preço fica entre R$ 92.590 – R$ 106.290, seu valor de seguro é um dos mais alto R$ 3.240 em média, as 5 primeiras revisões somam o valor de R$ 2.890, aproximadamente.

Citroën C4 Cactus

Um misto entre hatch médio e SUC compacto, com visual pouco convencional – sendo até mesmo ousado – o modelo tem um dos menores custos de aquisição da lista, sendo que o seu topo de linha realmente traz equipamentos de ponta, tudo abaixo dos 100 mil reais.

• Modernidade: o modelo foi lançado há cerca de um ano e traz um design arrojado, com tecnologias modernas;
• Desempenho: conta com o motor 1.6 aspirado de 122 cv de potência nas versões mais baratas, e com o motor 1.6 turbo de 173 cv de potência nas mais caras, com possibilidade de câmbio manual ou automático de 6 velocidades dependendo da versão. Portanto, oferece um ótimo desempenho embora com duas possibilidades de tecnologia que influenciarão não apenas no resultado mas também no consumo;
• Equipamentos: o conjunto de equipamentos varia em cada versão, mas considerando a topo de linha ele é bem completo, com itens como Alerta de Atenção ao Condutor, Alerta de Saída de Faixa, Sistema de Frenagem Automática e Alerta de Colisão, Sistema de Iluminação 3D em LED, Painel de Instrumentos 100% digital, entre outros;
• Segurança: quanto à segurança o modelo já não foi tão bem nos testes, pois embora tenha recebido 4 estrelas no LATIN NCAP, sua pontuação foi considerada baixa com apenas 56% no geral da avaliação;
• Espaço: o espaço é um dos pontos fracos do modelo, com apenas 320 litros de capacidade no porta-malas e dimensões bem compactas (m): comprimento 4,17; largura 1,71; altura 1,56; entre-eixos 2,60;
• Consumo: esse é um dos itens positivos do modelo, tendo média de consumo urbano em 8,4 km/l (etanol) e rodoviário de 9,3 km/l, ou 12,5 km/l e 13,5 km/l respectivamente (gasolina);
• Capacidade off-road: o uso off-road para o modelo realmente não é recomendado, não tem tecnologia nem proporções para isso, estando no mesmo nível de um hatch ou sedã nesse quesito;
• Preço: um dos pontos positivos do Cactus é o preço que fica entre R$ 69.990 – R$ 99.990, ou seja, um topo de linha que sai muito completo por menos de 100 mil reais; contudo, seu seguro é quase o mais caro de todos da lista R$ 3.400; e o pacote com as 5 primeiras revisões também tem preço bem alto R$ 3.270.

Honda HR-V

O Honda HR-V é dentre os modelos da lista o mais caro de todos, inclusive ultrapassando bastante o nosso limite de 115 mil reais nas versões mais completas. Até pouco tempo atrás era o líder de vendas nesse segmento, e recentemente sua nova versão ganhou o motor turbo 1.5 para melhorar sua competitividade com a concorrência, mas exatamente por isso ficou mais caro podendo bater nos 140 mil reais.

Mesmo assim, pela quantidade de equipamentos que oferece o mercado ainda o enxerga como muito caro, muito acima daquilo que oferece em tecnologia. Isso, sem dúvida, é compensado pela confiabilidade e versatilidade que são excelentes.

• Modernidade: a modernidade do modelo está concentrada basicamente na mudança de motorização para a versão topo de linha que agora recebe motor turbo, quanto ao mais não houve mudança significativa;
• Desempenho: o motor 1.8 i-VTEC FlexOne já oferecia um bom desempenho, mas também um alto consumo. Com a chegada do motor 1.5 turbo, a gasolina, a performance ficou ainda melhor e mais econômica. Além disso, continua com câmbio CVT;
• Equipamentos: como já se mencionou acima, o modelo poderia ter mais equipamentos e tecnologia pelo preço praticado, ou uma boa redução no valor de aquisição;
• Segurança: esse é um dos pontos positivos de maior relevância, tendo conseguido nota máxima nos testes realizados pela LATIN NCAP em todos os quesitos;
• Espaço: o espaço também merece destaque, já que o modelo possui um dos maiores porta-malas da categoria com 437 litros de capacidade. Suas dimensões são (m): comprimento 4,33; largura 1,77; altura 1,59; entre-eixos 2,61;
• Consumo: o consumo com o motor 1.8 é de 7,7 km/l na cidade e 8,6 km/l na estrada (etanol), ou 11 km/l na cidade e 12,3 km/l na rodovia (gasolina). Já com o motor 1.5 turbo o consumo médio anunciado é de 14,5 km/l, mas os testes ainda serão realizados;
• Capacidade off-road: suas qualidades estão mais para a cidade do que para o off-road, ele não é um bom modelo para quem pretende fazer umas trilhas de vez em quando;
• Preço: um dos mais caros da categoria com preço de compra entre R$ 94.400 – R$ 139.900; o seguro também não é barato R$ 3.320; e as 5 primeiras revisões R$ 3.260.

Ford Ecosport

O Ford Ecosport é o típico meio termo, com preço, tecnologia e espaço intermediários. Não é nem o mais caro nem o mais barato, conta com motorização antiquada, mas pelo menos tem em algumas versões a opção do 4×4 que lhe confere uma característica of-road que os modelos visto até agora não possuíam.

• Modernidade: como vimos, a modernidade não é um ponto forte no modelo, com um projeto já antigo e gasto e com o menor entre-eixos da categoria. Apesar disso, em 2017 ganhou um novo motor 1.5 e abandonou o problemático câmbio Powershift, bem como a adoção da tecnologia de pneus “run flat” que podem rodar mesmo estando vazios;
• Desempenho: aqui também o modelo é mediano, com um desempenho nem tão bom nem tão tuim. Na versão de motor 2.0 com tração 4×4 o desempenho é bom, mas o consumo é péssimo, o que de certa forma foi atenuado com o novo motor 1.5 mas que está longe de ser um turbo;
• Equipamentos: a lista de equipamentos é até bem boa, trazendo os principais itens que se espera dessa categoria de veículos, como por exemplo piloto automático, volante multifuncional com paddle shift para troca de marcha manual, sistema My Key programável com funções de segurança, entre outros;
• Segurança: para manter os custos mais baixos a fabricante sacrificou a segurança, tendo tirado da nova geração o conjunto de 7 airbags que antes vinham de fábrica em todas as versões, mantendo apenas os 2 frontais exigidos por lei;
• Espaço: um dos pontos negativos está nas dimensões, com porta-malas de apenas 356 litros de capacidade. Suas dimensões são (m): comprimento 4,27; largura 1,77; altura 1,69; entre-eixos 2,52;
• Consumo: como se mencionou acima, o consumo é um dos piores da categoria. Na versão com motor 2.0 ele faz 6,1 km/l na cidade e 8,3 km/l na estrada (etanol), e 8,8 km/l na cidade 12,0 km/l na estrada (gasolina). Já com a nova motorização 1.5 o consumo melhora um pouco, 7,1 km/l na cidade e 8,9 km/l na estrada (etanol), e 10,4 km/l na cidade e 12,8 km/l na estrada (gasolina)
• Capacidade off-road: nesse ponto ele ganha de todos os anteriores, contando com tração 4×4 que permite algumas modestas aventuras off-road, mas não deve ser submetido a situações extremas como muitos pensam;
• Preço: o preço parece baixo em relação aos outros modelos, mas por se tratar de um projeto antigo talvez não compensa o custo/benefício, ainda mais se levar e m conta o consumo elevado de combustível. O preço de compra fica entre R$ 76.890 – R$ 108.390; já o seguro é um dos mais em conta, algo em torno de R$ 2.670; as 5 primeiras revisões ficam mais ou menos na média dos outros, com valor de R$ 3.640.

Hyundai Creta

Chegamos ao mais vendido da categoria, campeão de vendas no segmento em 2018. Isso se deve especialmente ao fato do modelo não ser muito ruim em nenhum dos pontos analisados. Isso não significa que não tenha pontos negativos, como o consumo maior que o do concorrentes, mas que são compensados por elementos como conforto e revisão mais em conta.

• Modernidade: já tem 3 anos no mercado sem nenhuma alteração, e tudo indica que em breve será revitalizado para acompanhar a concorrência;
• Desempenho: o seu desempenho é muito bom com os motores aspirados 1.6 de 130 cv ou 2.0 de 166 cv, mas a tecnologia já está um pouco defasada e o consumo é um dos mais altos do segmento, sem falar no câmbio deficiente;
• Equipamentos: tem um bom conjunto de equipamentos, especialmente a partir da versão intermediária, a qual já conta com itens como Assistente de Partida em Rampas, Sinalização de Frenagem de Emergência, ar-condicionado automático e digital, piloto automático, câmera de ré e central blueMedia com tela de sete polegadas, TV digital, Apple CarPlay e Android Auto;
• Segurança: sua nota no teste LATIN NCAP foi de 4 estrelas para adulto – bom – mas apenas 2 estrelas para crianças – ruim – mas o teste realizado em 2015 não utilizou o mesmo carro fabricado no Brasil, que em teoria é mais seguro;
• Espaço: Suas dimensões são (m): comprimento 4,27; largura 1,78; altura 1,64; entre-eixos 2,59;
• Consumo: o consumo é o ponto negativo, 6,9 km/l na cidade e 10 km/l na estrada (etanol), e 10,1 km/l no perímetro urbano e 11,3 km/l na estrada (gasolina);
• Capacidade off-road: a capacidade off-road não é dos aspectos que mais brilha no modelo, que como a maior parte dos elencados na lista é voltado para cidade e rodovias;
• Preço: o preço está bem equilibrado, não sendo nem o mais caro nem o mais barato, e um dos que oferece melhor custo/benefício, com valor entre R$ 78.990 – R$ 104.990; se por um lado o consumo de combustível é mais alto, por outro o seguro é de R$ 2.660; as 5 primeiras revisões também são uma das mais baratas, R$ 2.530 na média da versão 1.6 e da 2.0.

Nissan Kicks

O modelo foi o terceiro mais vendido da categoria em 2018, seguindo de perto os dois primeiros colocados Creta e HR-V. Isso se deve especialmente ao seu visual moderno, ao preço acessível e ao baixo consumo. Porém, deixa um pouco a desejar no desempenho.

• Modernidade: desde seu lançamento em 2016 não passou por nenhuma alteração, mas poderá ganhar uma versão híbrida nos próximos anos;
• Desempenho: o desemepnho é um dos pontos negativos, já que o motor 1.6 aspirado flex conta com apenas 114 cv e a transmissão CVT X-Tronic;
• Equipamentos: a lista de equipamentos não é empolgante, até deixa um pouco a desejar, especialmente nas versões mais baratas, tendo de mais expressivo na versão topo de linha apenas a câmera 360º inteligente com imagem integrada ao display do sistema multimídia, controle inteligente de freio-motor, controle inteligente em curvas, detector de objetos em movimento e estabilizador inteligente de carroceria;
• Conforto: traz acendimento automático dos faróis, ar-condicionado automático digital
• Segurança: a segurança atestada da LATIN NCAP deu ao modelo 4 estrelas tanto para a segurança de adultos quanto de crianças, o que não é nada mal;
• Espaço: Suas dimensões são (m): comprimento; largura; altura; entre-eixos;
• Consumo: o consumo é um dos pontos positivos, sendo em média de 7,7 km/l na cidade e 9,4 km/l na estrada (etanol), e 11,4 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada (gasolina);
• Capacidade off-road: não oferece nada de relevante para a prática de aventuras como quase todos os outros do elenco;
• Preço: o preço também é um atrativo, ficando entre R$ 78.290 – R$ 105.190; o seguro não é dos mais caros R$ 2.530; e as 5 primeiras revisões são o ponto forte do custo/benefício, sendo a mais barata do elenco, ficando em R$ 2.200.

Jeep Renegade

Em 2019 o Renegade vem dominando a primeira posição de vendas, bem à frente dos seus rivais. Em grande parte, isso se deve à grande quantidade de versões que abarca um público maior, com preço de entrada acessível, mas podendo ser um carro topo de linha muito completo e com capacidade off-road, que é o seu principal destaque.

• Modernidade: já tem um tempo que o modelo foi lançado e no último ano as mudança foram quase imperceptíveis, mas seu visual “diferente” e agressivo continua conquistando admiradores;
• Desempenho: o desempenho é um diferencial no modelo quando se trata do motor diesel 2.0, sendo o único dessa lista com essa opção. Contudo, o motor 1.8 flex deixa muito a desejar em desempenho e ainda tem um consumo elevado para o que entrega de potência;
• Equipamentos: com versões tão diferentes é claro que a lista de equipamentos será também muito diferente em cada uma delas, mas aqui se trata de analisar se o modelo oferece a possibilidade de uma boa lista de equipamentos, e neste caso com certeza está bem completa, só resta saber o preço a se pagar por isso;
• Segurança:
• Espaço: o porta-malas não oferece muito espaço, apenas 320 litros. As dimensões do modelo são (m): comprimento4,29; largura 1,81; altura 1,69; entre-eixos 2,57;
• Consumo: o consumo na versão de motor flex 1.8 é de 7,3 km/l na cidade e 7,6 km/l na estrada (etanol), e 10,6 km/l na cidade e 11,2 km/l (gasolina). Já com o motor diesel 2.0 o consumo médio é de 9,4 km/l na cidade e 11,5 km/l na estrada;
• Capacidade off-road: esse é o que mais oferece capacidade e aptidão off-road, mas na sua versão de motor diesel;
• Preço: o preço tem uma grande versatilidade por causa do grande número de versões, ficando entre R$ 79.990 – R$ 139.990; o seguro está na média dos outros R$ 3.280; já as 5 primeiras revisões constitui o pacote mais caro de todo nosso elenco, justamente por conta do motor diesel cujos custos de manutenção são mais elevados, sendo um total de R$ 5.540.

Renault Captur

O Renault Captur tem um visual bem legal, mas não passa muito disso. Seu projeto é antigo – e nada indica que mudará tão cedo – a performance é deficitária, especialmente pelo câmbio CVT de apenas 4 velocidades. O preço está acima do custo/benefício que o modelo oferece, exceto na versão PCD que teve que ficar abaixo dos 70 mil reais.

• Modernidade: projeto antigo, completamente defasado;
• Desempenho: o pior desempenho do elenco, com o motor 1.6 SCe com 118 cv e um câmbio CVT de 4 velocidades, ou então o motor 2.0 16V com 143 cv sedento de combustível;
• Equipamentos: a lista de equipamentos também não traz nada de especial, apenas com seis alto-falantes, ar-condicionado automático, sensor de chuva e de luminosidade, câmera de ré, e pouco mais que isso;
• Segurança: nesse quesito, pelo menos, o mo delo não é ruim, tendo recebido 4 estralas nos testes da LATIN NCAP;
• Espaço: ponto positivo para o porta-malas de 437 litros de capacidade. Suas dimensões são (m): comprimento 4,33; largura 1,81; altura 1,62; entre-eixos 2,67;
• Consumo: o consumo é um dos grandes pontos negativos, sendo que na versão 1.6 faz uma média de 7,6 km/l na cidade e 8,0 km/l na estrada (etanol), e 10,9 km/l na cidade e 11,3 km/l na estrada (gasolina). Na motorização 2.0 é ainda pior, com uma média de 6,2 km/l na cidade e 7,3 km/l na estrada (etanol), e /8,8 km/l na cidade e 10,8 km/l na estrada (gasolina);
• Capacidade off-road: sua capacidade off-road é igual a zero;
• Preço: o preço também não é um atrativo, já que parte de uma base maior que outros modelos muito melhores como o Creta e o Kicks, ficando entre R$ 82.990 – R$ 98.990; já o seguro não é tão caro R$ 2.500; e as 5 primeiras revisões também são baixas R$ 2.620.

Renault Duster

A Renault Duster tem alguns dos mesmos problemas de sua irmã maior Captur, como seu projeto antigo e a falta de equipamentos de tecnologia. Mas traz algumas vantagens sobre ela, como a tração 4×4, o espaço do porta-malas e sobretudo o preço, cuja versão topo de linha fica abaixo do valor da versão de entrada da maior parte dos modelos desse elenco.

• Modernidade: projeto muito antigo, mas que será renovado em breve ao contrário da Captur, já está confirmado para ano que vem;
• Desempenho: desempenho muito melhor que o da Captur, embora compartilhem das mesmas possibilidades de motor 1.6 SCe ou 2.0 16V Flex, mas mesmo assim bastante ultrapassadas;
• Equipamentos: os equipamentos deixam muito a desejar, por exemplo não tem ar-condicionado digital ou pacote full de airbags mas apenas os dianteiros obrigatórios;
• Segurança: já no item segurança sua irmã levou a melhor, a Duster ficou com apenas 3 estrelas nos testes da LATIN NCAP;
• Espaço: o espaço do porta-malas é outra grande vantagem, com impressionantes 475 litros de capacidade. As dimensões do modelo são (m): comprimento 4,33; largura 1,82; altura 1,68; entre-eixos 2,67;
• Consumo: o consumo também deixa a desejar, sendo em média 7,0 km/l na cidade e 7,4 km/l na estrada (etanol), e 10,2 km/l na cidade e 10,8 km/l na estrada (gasolina);
• Capacidade off-road: sua capacidade off-road já é um pouco melhor, ponto positivo, uma vez que pode contar com tração 4×4 em algumas versões;
• Preço: o preço é outro atrativo, ficando entre R$ 66.190 – R$ 81.400; o seguro também é mais barato R$ 2.380; e as 5 primeiras revisões também estão em conta R$ 2.700.

VW T-Cross

Chegamos ao mais novo lançamento, o carro do momento, que todos estão apaixonados e curiosos para saber se é tudo isso mesmo que dizem. Tudo é moderno, desde a motorização até os itens de tecnologia. A versatilidade das versões – e seus preços – pretende angariar o maior número de clientes o mais rápido possível, já que a marca alemã demorou tanto para entrar no segmento.

• Modernidade: um dos mais modernos, senão o mais, desse elenco, com motor turbo em todas as versões e visual moderno;
• Desempenho: tem um dos melhores desempenhos graças ao motor turbo 1.0 de 128 cv ou 1.4 de 150 cv, de acordo com a versão;
• Equipamentos: traz uma excelente lista de equipamentos, especialmente se entrarem na conta os pacotes opcionais que proporcionam itens como airbags frontais, laterais e de cortina em todas as versões, bloqueio eletrônico do diferencial, monitoramento da pressão dos pneus, frenagem automática pós-colisão, freios a disco nas quatro rodas, detector de fadiga, assistente de partida em rampas, sistema de frenagem automática de emergência, e o famoso seletor de modos de condução, além de um impressionante painel de instrumentos totalmente digital (opcional);
• Segurança: o modelo recebeu nota máxima de segurança pela LATIN NCAP
• Espaço: o espaço interno é um dos melhores graças ao maior entre-eixos da categoria por causa da sua construção na plataforma MQB, mas para isso teve que sacrificar espaço no porta-malas que conta com apenas 373 litros de capacidade. Suas dimensões são (m): comprimento 4,20; largura 1,76; altura 1,57; entre-eixos 2,65;
• Consumo: no consumo é o melhor do elenco, com média de 7,7 km/l na cidade e 9,4 km/l na estrada (etanol), e 11,2 na cidade e 13,2 km/l na estrada (gasolina);
• Capacidade off-road: aqui o modelo já não tem muito a oferecer, bem como a maior parte do elenco;
• Preço: o preço também constitui um grande atrativo, pois com tudo que está sendo oferecido, especialmente o motor turbo, traz um bom custo/benefício, ficando entre R$ 84.990 – R$ 109.990 (sem contar os pacotes opcionais que podem elevar o valor para R$ 125.900); o seguro em média fica R$ 3.500; e 5 primeiras as revisões são as mais baratas de todas, já que as três primeiras são gratuitas, apenas R$ 1.490.

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